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“Ainda Estou Aqui”: o sujeito entre o trauma e a resistência
Gostaria de começar pelo fim. O final do filme. Quando a câmera percorre a casa vazia e revela as marcas deixadas para trás. Vestígios dos móveis que outrora preenchiam os cômodos, das pinturas que adornavam as paredes, vestígios da passagem do tempo, da própria vida que ali existiu… E isso me fez pensar que todo ato humano deixa rastros. Mesmo quando tentamos escondê-los, apagá-los. E quantas vezes nossa história se deparou com essa tentativa de se fazer esquecer?
Diásphora Psi
1 de abr.5 min de leitura


Das tristezas natalinas
Outro dia escrevi para uma amiga que é de minha terra natal. A gente se conhece faz tempo. Tento calcular há quantos anos nos conhecemos
Diásphora Psi
27 de dez. de 20232 min de leitura


O Luto e os Laços na Contemporaneidade
Lacan afirma que "só nos enlutamos por alguém de quem possamos dizer a nós mesmos: Eu era sua falta" (Lacan, 1962/1963, p. 157). Ser a falta
Diásphora Psi
9 de jun. de 20237 min de leitura


Luto em tempos de Pandemia
Quando somos crianças aprendemos que os seres vivos nascem, crescem, se reproduzem e morrem. Aqui a vida é apresentada como uma linha reta..
Diásphora Psi
7 de set. de 20204 min de leitura
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